sábado, 23 de junho de 2012

yo me gustaria navegar
sin tiempo para volver
e solo bailar con la maresia
e con usted...
me gustaria cambiar
de ciudad, de noche, de musica
siempre que no estas
e buscar lo camino
quiero intentar conocer
lo que me queda
e quitar qualquer duda
del divino...
quiero... te quiero...
dar la luna como regalo
e mirar-te bailando a noche
a la luvia...

te quiero...

sexta-feira, 27 de abril de 2012

sometimes words just fall short...
if I could just stare...

and bring the righteousness
to my words and thoughts
and impose such fairness
at each glimpse fought
then time would be found still
in that place, of rest
and we would have lost the chains
and won the tests

and at last, fulfill our wishes
and leave the distance in oblivion

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Acordo e cheiro o frio da manhã. Espreguiço como quem não tem vergonha alguma, nem sequer razão para tal. Espreito, do alto desta colina, o meu mundo gelado, sereno, silencioso e ancioso por aquele sol que ao longe, no horizonte, me avermelha o céu... e o meu dia começa e acompanham-me as sinfonias do quotidiano e desço a minha colina a passos largos com a convicção de quem sabe onde vai e fazer o quê! Mas não sei... e não me importa! Só confio no meu instinto que me diz que o caminho é por ali... seja mato denso ou campo aberto... enquanto o dia for alto e me quiser iluminar... eu vou seguir por este caminho...

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Coimbra

Coimbra deixou de ser
aquela cidade onde me apaixonei.
É agora um antro de felicidade
onde me encontro todos os dias
com a minha paixão.
É o lento e maravilhoso subir do pano
de uma linda peça,
de um épico romance,
de um capítulo de história inacabada
e límpida de utopia.
Coimbra é um palco,
cheio de luzes e actores
que não representam, mas vivem,
e vivem em júbilo como eu.
Coimbra é agora a cidade
onde vejo o arco-íris de noite
enquanto venero a Lua e as estrelas.
Coimbra é a cidade onde vivo apaixonado
por quem em Coimbra me apaixonei.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Há um astro em mim que vagueia
não tem órbita definida, parece louco
ora sorve o meu breu, ora dá-me luz
Não é estrela, não é cadente
não é meteoro nem planeta cintilante
Desliza na minha face oculta
cresce de energia entrópica
implode, suavemente
anda no meu sistema, errante

domingo, 28 de agosto de 2011

Serenidade
de um pôr do sol
Metafórica
na ausência dessa luz
Patologia
de uma longa espera
Agonizante
até que o dia me seduz

Troco as noites pelos dias
a penumbra pela claridade
o ócio pela vontade
e o desprezo pela saudade

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

cresce o vil asco
pela indolência alheia
e eu não gosto
do veneno em mim
cresce o meu carácter
quando sinto a ausência dele
mas arranha-me a alma
a gente suja